quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
domingo, 2 de novembro de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
sábado, 8 de março de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
ARRIBA DA SERRA ALBORA
Juro
a alma espírito d’antanho
Canto
e urro e vos assanho
P’ra
alvorareis o lume ardente
galo
d’aurora despertai serpente
Passa
as entranhas além furnas
Alumia
as covas levanta brumas
Águia
silvante d’luz tangendo
Ao
rubro alado alvorecendo
Troa
trovão reichelo caprino
Despertam
hastes cervo matotino
luz
que arriba da serra nasce
Quem
vos vir vos siga e cace
brote
aqui folgo de guerra
Fome
de vida que luta e berra
Cada
dia que veja nascer
Outro
não veja sem o lume erguer
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
:SIGA:A:RONDA:
Bracara:Minho:Callaecia
ANNO: MMXIII
Seguindo os marcos da comarca, esta é a ronda rondadeira, por montes e vales em prole da protecção da herança. É o fincar de estacas na paliçada do noroeste Ibérico, ultimo reduto da protecção guardiã dos elementos forjadores desta terra.

ANNO: MMXIII
Seguindo os marcos da comarca, esta é a ronda rondadeira, por montes e vales em prole da protecção da herança. É o fincar de estacas na paliçada do noroeste Ibérico, ultimo reduto da protecção guardiã dos elementos forjadores desta terra.
Senhor da Comarca
Ei! Ei! Ei!
Ao Senhor da nossa Grei
Ao Senhor da Comarca
Finco aqui mais uma estaca
Siga a ronda
Siga a Ronda!
Siga a Ronda!
Siga a Ronda! Rondadeira
Segui rondando rondadores
Sem receios nem temores
Segui rondando Oh! rondeiros
Por estas bandas sois monteiros
Vosso gado forte e robusto
Suor e sangue de tanto custo
Arremangai-vos num o deixeis levar
Por ai anda quem o quer roubar
Vossas leiras estão semeadas
Vos levam a vida em lavradas
Por ai as andam a cobiçar
Que fareis se o pão vos faltar
Até o senhor do monte
Querem que caia e se desmonte
Quando as vistas p’ra la botar
Não tereis patrono p’ra louvarsexta-feira, 30 de agosto de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Hidromel ou Aqua Mel
Porque nem só o vento, as pedras, os rios, os
montes... trazem inspiração a Arde Fero, eis aqui a primeira “colheita” de
hidromel (percentagem de álcool Vol. 12% a 14%).
A mistura fermentada de agua e mel, dá origem aquela
que será por certo a mais antiga bebida do mundo. Os gregos chamavam-lhe melikraton
e os romanos mulsum, havendo contudo registos de bebidas idênticas em pontos longínquos deste mundo. Porém ao longo dos tempos o hidromel foi caindo em
esquecimento, principalmente nos países onde era possível produzir vinho.
sábado, 29 de dezembro de 2012
Antela da Cruz Vermelha
Eis a Antela da Cruz Vermelha, exemplo da "tolerância" cristista na sua demanda secular de monopolizar o culto, profanando com as suas sementeiras de cruzes e afins, locais que nos são no devido sentido do termo sagrados.

Ergue-se aqui a fronteira entre o que a igreja dita e quer e o que o povo entende e faz. Pelo Minho fora a cristianização fez-se pela interpretação do povo em conjuga com a sua herança e memória que remonta aos inícios dos tempos.
Fica assim a interrogação do porquê desta cruz ser vermelha (?), cor maldita e mui pouco apreciada pela santa madre igreja.

A envolvente da Antela da Cruz Veremelha é mágica, com enormes fraguedos que assumem formas e mutações consoante a incidência do raiar solar.

A sacra e cristalina divindade faz-se sentir aqui ainda...

Cai a noite como uma chispa e os seus encantos pousam sobre este lugar altaneiro, chega contudo a hora do regresso. Pelo caminho os garranos espreitam quem lá vem pelo trilho iluminado ainda pelo crepúsculo, os dias são curtos e o regresso não irá poupar uma descida sem luz pela serra abaixo até ao bosque a caminho do vale do Lima... abençoados somos quando por trás da serra, ergue-se a luz pujante da primeira lua cheia deste Inverno, os caminhos são agora novamente iluminados.
Ergue-se aqui a fronteira entre o que a igreja dita e quer e o que o povo entende e faz. Pelo Minho fora a cristianização fez-se pela interpretação do povo em conjuga com a sua herança e memória que remonta aos inícios dos tempos.
Fica assim a interrogação do porquê desta cruz ser vermelha (?), cor maldita e mui pouco apreciada pela santa madre igreja.
A envolvente da Antela da Cruz Veremelha é mágica, com enormes fraguedos que assumem formas e mutações consoante a incidência do raiar solar.
A sacra e cristalina divindade faz-se sentir aqui ainda...
Cai a noite como uma chispa e os seus encantos pousam sobre este lugar altaneiro, chega contudo a hora do regresso. Pelo caminho os garranos espreitam quem lá vem pelo trilho iluminado ainda pelo crepúsculo, os dias são curtos e o regresso não irá poupar uma descida sem luz pela serra abaixo até ao bosque a caminho do vale do Lima... abençoados somos quando por trás da serra, ergue-se a luz pujante da primeira lua cheia deste Inverno, os caminhos são agora novamente iluminados.
sábado, 15 de dezembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Cogumelo Ametista
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Rabel
Já la vão cerca de 4 anos quando deitei mãos à construção
deste rabel.

Fica ainda para registo futuro o tocador de rabel, representado numa das cornijas da Senhora da Orada em Melgaço.
Em boa verdade, aquando da sua construção, apenas tinha uma ideia daquilo que haveria de ser construido, pelo que se talhou a madeira sem seguir qualquer tipo de plano ou modelo.
Seguir o instinto e a imaginação leva-nos a isto, a criação
de objectos unicos sem igual, que pelas suas particularidades contribuem com a
sua essencia individual para uma unica força colectiva que é a musica.
È por certo um dos meus instrumetnos de eleição e serviu de
base para a primeira tocata sob o nome de Arde Fero, “Fero e Soberbo Testa de
Boi”.
Fica ainda para registo futuro o tocador de rabel, representado numa das cornijas da Senhora da Orada em Melgaço.
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