sexta-feira, 24 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Vara-De-Ouro (Solidago virgaurea L.)
Minho - Serra do Gerês
Floração- Verão

Floresce durante o verão nas margens de rios, prados de montanha, afloramentos rochosos encontrando-se tanto a cotas baixas como a grandes altitudes.

Herbácea de flor amarela, perene que murcha no inverno para germinar na primavera seguinte. As folhas inferiores são elípticas e peludas, com margem dentada, as superiores têm forma de ponta de lança. Cada cabeça floral esta composto cinco pequenas línguas amarelas situadas no perímetro exterior e um grupo de pequenas flores tubulares no centro. Após a floração aparecem uns pequenos frutos unidos cada um ao seu papilho peludo, que permitirá que sejam dispersos pelo vento.


Dos seus cales floridos prepara-se uma cocção com propriedades diuréticas, que actuam sobre o aparelho urinário. Tendo também propriedades que actuam no tratamento de diarreias e disenteria.

Quando utilizada no exterior, tem propriedades cicatrizantes sendo aplicada em feridas, úlceras das pernas, hemorróides e varizes.
Floração- Verão
Floresce durante o verão nas margens de rios, prados de montanha, afloramentos rochosos encontrando-se tanto a cotas baixas como a grandes altitudes.
Herbácea de flor amarela, perene que murcha no inverno para germinar na primavera seguinte. As folhas inferiores são elípticas e peludas, com margem dentada, as superiores têm forma de ponta de lança. Cada cabeça floral esta composto cinco pequenas línguas amarelas situadas no perímetro exterior e um grupo de pequenas flores tubulares no centro. Após a floração aparecem uns pequenos frutos unidos cada um ao seu papilho peludo, que permitirá que sejam dispersos pelo vento.
Dos seus cales floridos prepara-se uma cocção com propriedades diuréticas, que actuam sobre o aparelho urinário. Tendo também propriedades que actuam no tratamento de diarreias e disenteria.
Quando utilizada no exterior, tem propriedades cicatrizantes sendo aplicada em feridas, úlceras das pernas, hemorróides e varizes.
domingo, 29 de maio de 2011
Tojo Bravo, Tojo Arnal (Ulex europeus L.)
Minho-Porta Cova
Floração-Fevereiro a Junho
Arbusto lenhoso cuja a altura pode exceder os 2,5m. Dos seus espinhos nascem as flores, conhecidas pelo nome de “chorima”, constituídas por um cálice bilabiado e cinco pétalas amarelas. As suas raízes são refugio de colónias de bactérias com as quais vive em simbiose, cumprindo estas a função de reter o nitrogénio que se encontra na terra, fazendo assim com que o tojo seja uma espécie de grande importância para a fertilização dos solos.

As suas flores foram utilizadas como infusão contra doenças do fígado e irritações da garganta. As sementes utilizavam-se como tónico cardíaco e contra a asma, a tosse convulsa e a dor de cabeça.
Floração-Fevereiro a Junho
Arbusto lenhoso cuja a altura pode exceder os 2,5m. Dos seus espinhos nascem as flores, conhecidas pelo nome de “chorima”, constituídas por um cálice bilabiado e cinco pétalas amarelas. As suas raízes são refugio de colónias de bactérias com as quais vive em simbiose, cumprindo estas a função de reter o nitrogénio que se encontra na terra, fazendo assim com que o tojo seja uma espécie de grande importância para a fertilização dos solos.
As suas flores foram utilizadas como infusão contra doenças do fígado e irritações da garganta. As sementes utilizavam-se como tónico cardíaco e contra a asma, a tosse convulsa e a dor de cabeça.
domingo, 15 de maio de 2011
Abrótega, Gamões (Asphodelus Lusitanicus)
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 20 de março de 2011
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