domingo, 30 de junho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Hidromel ou Aqua Mel
Porque nem só o vento, as pedras, os rios, os
montes... trazem inspiração a Arde Fero, eis aqui a primeira “colheita” de
hidromel (percentagem de álcool Vol. 12% a 14%).
A mistura fermentada de agua e mel, dá origem aquela
que será por certo a mais antiga bebida do mundo. Os gregos chamavam-lhe melikraton
e os romanos mulsum, havendo contudo registos de bebidas idênticas em pontos longínquos deste mundo. Porém ao longo dos tempos o hidromel foi caindo em
esquecimento, principalmente nos países onde era possível produzir vinho.
sábado, 29 de dezembro de 2012
Antela da Cruz Vermelha
Eis a Antela da Cruz Vermelha, exemplo da "tolerância" cristista na sua demanda secular de monopolizar o culto, profanando com as suas sementeiras de cruzes e afins, locais que nos são no devido sentido do termo sagrados.

Ergue-se aqui a fronteira entre o que a igreja dita e quer e o que o povo entende e faz. Pelo Minho fora a cristianização fez-se pela interpretação do povo em conjuga com a sua herança e memória que remonta aos inícios dos tempos.
Fica assim a interrogação do porquê desta cruz ser vermelha (?), cor maldita e mui pouco apreciada pela santa madre igreja.

A envolvente da Antela da Cruz Veremelha é mágica, com enormes fraguedos que assumem formas e mutações consoante a incidência do raiar solar.

A sacra e cristalina divindade faz-se sentir aqui ainda...

Cai a noite como uma chispa e os seus encantos pousam sobre este lugar altaneiro, chega contudo a hora do regresso. Pelo caminho os garranos espreitam quem lá vem pelo trilho iluminado ainda pelo crepúsculo, os dias são curtos e o regresso não irá poupar uma descida sem luz pela serra abaixo até ao bosque a caminho do vale do Lima... abençoados somos quando por trás da serra, ergue-se a luz pujante da primeira lua cheia deste Inverno, os caminhos são agora novamente iluminados.
Ergue-se aqui a fronteira entre o que a igreja dita e quer e o que o povo entende e faz. Pelo Minho fora a cristianização fez-se pela interpretação do povo em conjuga com a sua herança e memória que remonta aos inícios dos tempos.
Fica assim a interrogação do porquê desta cruz ser vermelha (?), cor maldita e mui pouco apreciada pela santa madre igreja.
A envolvente da Antela da Cruz Veremelha é mágica, com enormes fraguedos que assumem formas e mutações consoante a incidência do raiar solar.
A sacra e cristalina divindade faz-se sentir aqui ainda...
Cai a noite como uma chispa e os seus encantos pousam sobre este lugar altaneiro, chega contudo a hora do regresso. Pelo caminho os garranos espreitam quem lá vem pelo trilho iluminado ainda pelo crepúsculo, os dias são curtos e o regresso não irá poupar uma descida sem luz pela serra abaixo até ao bosque a caminho do vale do Lima... abençoados somos quando por trás da serra, ergue-se a luz pujante da primeira lua cheia deste Inverno, os caminhos são agora novamente iluminados.
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